terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Beach clubs para curtir o verão

Quer aproveitar a estação como se estivesse em Ibiza ou St Tropez? Confira os clubes de praia que fervem nas areias brasileiras
Sucesso nas praias mais animadas da Europa, os beach clubs deixaram de ser tendência e se firmaram no litoral brasileiro. Algumas das festas mais concorridas de Réveillon aconteceram nestes clubes à beira da praia. É fácil entender sua popularidade. Os espaços pé na areia dão sofisticação à praia com suas espreguiçadeiras junto à piscina, muita música eletrônica, bons restaurantes e bares e, claro, gente bonita e bem produzida por todos os lados.
Quer curtir este verão bebendo uns bons drinks como se estivesse em Ibiza (Espanha) e St. Tropez (França)? Confira clubes de praia pelo Brasil para aproveitar o verão.

Parador 12 - Em Florianópolis, Santa Catarina
 
Frequentado por famosos e jovens endinheirados, o P12 – Parador Internacional ocupa um belo espaço com grande deque de madeira, piscina, hidromassagem e bangalôs. Na tenda acontecem festas nos finais de semana de verão, com DJs e bandas, como Kid Abelha, que se apresenta no dia 21/1. Aos sábados e domingos, a entrada varia conforme a programação e custa entre R$ 30 e R$ 80. De quarta a sexta-feira, quem quiser curtir a estrutura do lugar paga cerca de R$ 20 (mulher) a R$ 40 (homem). A casa funciona das 10h às 22h.
A programação pode ser conferida no site www.eldivinobrasil.com.br.
Endereço: Servidão José Cardoso de Oliveira, 100 – Jurerê Internacional
Telefone: (48) 3284-8156
Sea Club - Em Ilhabela, São Paulo
No verão do Sea Club, no Saco da Capela, grupos de amigos circulam com espumante e coquetéis, intercalando os banhos de sol com mergulho na piscina durante o dia, ao som das batidas de música eletrônica. Nos finais de semana, o local ganha uma atmosfera fervida, com festas que vão até o amanhecer. Até março, o clube de praia abre todos os dias, das 10 horas da manhã até o fim da tarde. Para utilizar a infraestrutura, o ingresso custa R$ 50 de consumação mínima para mulheres e R$ 100, para homens. As “night partys” estão marcadas para o dia 21 e 28 e o valor da entrada é também de R$ 50 a R$ 100.
A programação pode ser conferida no site www.seaclub.com.br
Endereço: Av. Pedro de Paula Moraes, 616 – Saco da Capela
Telefone: (12) 3896-6662

Parador Maresias - Em Maresias, São Paulo

Inaugurado em dezembro de 2010, na praia mais agitada do litoral norte de São Paulo, o Parador Maresias realiza algumas das melhores festas da região. Quem está em busca de um ambiente mais glamuroso encontra um bom lugar para dançar, paquerar, tomar sol e bebericar. Estão programadas “sunset parties”, das 12 às 20h, nos dias 21 e 28 de janeiro. E no Carnaval, nos dias 18, 19, 20 e21. O valor da entrada é de R$ 50 a R$ 100.
Endereço: Av Francisco Loup, 1555 - Maresias
Telefone: (11) 2769-1112


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como saber se o restaurante é bom (antes de comer)

Fugir ou pedir o menu completo sem medo? Críticos e blogueiros explicam quais são os sinais para fazer uma coisa ou outra
Quando vamos pela primeira vez a um restaurante que não conhecemos, costumamos ligar um “sensor” para tentar descobrir se a experiência vai ser positiva -- comer fora não é barato, afinal. E, sim, existem pequenos sinais (e outros menos discretos) que indicam o que pode acontecer na hora em que a comida chegar à mesa. Os críticos e blogueiros especializados prestam atenção em tudo isso. Mesmo assim, às vezes são “traídos” por pistas falsas.
A primeira coisa importante é saber que a situação nem sempre é lógica. “Já entrei em restaurantes e me enfadei com cardápios monótonos e sem novidade, decoração pretensiosa, pães esmaecidos no couvert, explicações de maîtres sem pé nem cabeça e mesmo assim a comida no final surpreendeu”, afirma Josimar Melo, crítico de gastronomia da Folha de S. Paulo.
O ambiente“Decoração pretensiosa e exagerada tira o foco do principal: a comida. E o ideal é que o salão não seja muito escuro”, afirma o autor do Alhos, Passas e Maçãs, que prefere não revelar sua identidade, . “Isso impede que a gente enxergue com clareza as cores dos pratos e o cardápio.”
Alessander Guerra, do Cuecas na Cozinha, presta atenção nos mínimos detalhes. “É importante notar se o restaurante tem personalidade própria, alma. É o que o torna real, aconchegante e não cenário de novela”, diz. Mas os problemas no salão não param por aí. “É desagradável quando percebemos um cheiro de aromatizante ou de desinfetante na casa. A comida nunca deve ter outros aromas em competição com ela”, afirma Arnaldo Lorençato, crítico e editor de restaurantes da revista Veja São Paulo.
Outra coisa que pode estragar a interação entre cliente e prato é o som ambiente. “Música bacana, que tenha a ver com a proposta do lugar é algo que me causa boa impressão. Não dá para ouvir música francesa num restaurante de comida nordestina”, afirma Denerval Ferraro Jr, do blog Que Delícia. O volume também é importante. “Não deve ser muito alto nem baixo demais. A música tem de ser ouvida, mas não pode atrapalhar a conversa ou fazer as pessoas gritarem.”
O atendimento
Parte do quesito ambiente, o atendimento é elemento fundamental para o sucesso da visita. “Serviço blasé irrita muito. Muitas vezes os funcionários do salão não parecem confortáveis no ofício e fazem questão de mostrar que 'estão' garçons não que 'são' garçons”, diz Denerval. O comportamento, segundo ele, não é incomum, principalmente nos restaurantes com pegada mais moderninha. “Eles fingem que não estão vendo você, fazem cara de tédio e acabam azedando a refeição”, afirma.
Aqui, agradar é o oposto do que muitos pensam. “O bom serviço é atencioso, educado e discreto, sem efusividade, intimidade ou bajulação”, diz o autor do Alhos, Passas e Maçãs. “Um maître afetado e um serviço que não deixa o cliente em paz são coisas que aborrecem, cansam”, afirma Lorençato.
O papel do hostess, em compensação, quando bem executado, pode ser fundamental. “É muito chato ficar na entrada de um restaurante sem saber se deve aguardar ou ocupar uma mesa supostamente vazia”, afirma Denerval. A área de espera, aliás, é um lugar onde outros sinais podem ser notados. Como estão os petiscos servidos como cortesia? Eles são uma prévia da refeição, e é bom que estejam gostosos.
Se esperar por um lugar à mesa pode ser desagradável, pior é ter cadeiras demais disponíveis. “Lugar muito vazio? Passo. Dá a impressão de decadência ou fracasso”, diz Denerval.
O couvertO que pensar se o couvert apresenta azeitoninhas secas e sem caroço? "Quem põe esse tipo de item sem qualidade no couvert não deve se preocupar muito com a matéria-prima das entradas, pratos principais e sobremesas. É um indicativo forte de que a refeição pode ter problemas", observa Lorençato.
O autor do blog Alhos, Passas e Maçãs concorda. “Um couvert simples, mas com pães feitos na casa e manteiga de qualidade sempre causa boa impressão e eleva as expectativas”, diz.
O cardápio
Reconhecer a qualidade (e honestidade) do restaurante através das cartas de pratos e bebidas não é difícil. “Erros de ortografia nos nomes dos pratos são algo bem chato. E também me causa uma má impressão quando há predominância de pratos com muitos elementos e ingredientes”, anota o redator do Alhos, Passas e Maçãs. A carta de vinho, na avaliação dele, deve seguir regras diferentes. “Para causar uma boa impressão, deve ser diversificada, escapar do óbvio e com sobrepreço de até 80% em relação ao valor cobrado nas importadoras”. Descobrir se o valor cobrado é extorsivo não é difícil. “É possível consultar facilmente esses preços no smartphone”, afirma Lorençato. Uma boa oferta de vinhos em taça também é sempre desejável.

A higiene“Minha mulher tem um ponto de observação bem peculiar: ela olha o estado do pano que está sendo usado pelo garçom para limpar a mesa”, diz Sandro Marques, autor do blog Um Litro de Letras. “Às vezes ele é mais sujo que um pano de chão, então imagine como não será o da cozinha.”
O banheiro também é parte importante da experiência. “É bom que seja equipado, limpo, tenha um bom sabonete líquido (e não aquela essência de jasmim colorida e diluída em litros de água), fio dental, papel toalha espesso e um cheiro agradável”, opina Denerval.
Fora de casa“Em viagens, minha regra é sempre fugir de restaurantes perto dos locais mais visitados - os famosos pega-turista. Fujo de qualquer restaurante que tenha ônibus ou vans de turismo na porta”, afirma Sandro. Segundo ele, um truque que funciona é perguntar para uma pessoa do local qual o restaurante que ela costuma ir com a sua família.
Ele conta que, certa vez, parou um sujeito na rua e disparou: “você sabe me indicar um restaurante?” Depois de ouvir a recomendação do transeunte, disse: “você levaria sua namorada lá? E sua mãe?” As respostas foram positivas e bem assertivas. Sandro deu, então, a cartada final: “e a sogra?” “De jeito nenhum”, disse ele. “Fomos a tal casa e comemos uma caldeirada de frutos do mar estupenda”, recorda o blogueiro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Para deixá-lo com água na boca

O amor ao bacon é o equivalente masculino á obsessão feminina por chocolate. Se o cara não for vegetariano, a probabilidade de ele atacar o alimento é praticamente 100%. Convide-o para ver um filme na sua casa, sirva uma pipoca turbinada com a receita do livro Good Meet (Prazer em receber, em tradução livre) e espere pelos elogios.

Ingredientes

4 tiras de bacon
2 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara de milho de pipoca
Sal a gosto

Modo de Preparo

Frite o bacon em uma frigideira em fogo baixo (15 minutos de cada lado). Tire o excesso de óleo com um papel-toalha. espere esfriar e pique. Esquente a manteiga e coloque o milho para estourar. depois é só misturar o bacon á pipoca, colocar sal a gosto e servir.

"Sabe da última, cara?"

Não são apenas a smulheres que adoram uma fofoca... Ops, divulgação de informações. Eles espalham notícias tanto quanto nós. A diferença é o que os motiva. "Homens fofocam pra se conectar socialmente", diz a terapeuta americana Andrea Syrtash. Outro combustível para o diz que diz  masculino é a competitividade. E sobre o que eles mais gostam de falar? Dinheiro e sexo.

Macho que é macho...

...preocupa-se (e muito!) com a aparência. É o que surege uma pesquisa encomendada pela Dove Men com cerca de 9 mil homens no Brasil, Chile, Equador, México, Peru, Argentina, Bolívia, Colômbia, Venezuela e países da América Central.

As maiores encanações com o corpo estão relacionadas a:
1. Dentes;
2. Sobrepeso;
3. Pele.

O que mais incomoda no cabelo:
1. Caspa;
2. Queda;
3. Fios brancos.

Principais motivos para se cuidarem:
1. Melhorar a imagem;
2. Aumentar a autoconfiança;
3. Conseguir status;
4. Conquistar mulheres;
5. Impressionar os amigos.

Olha o Oléo!

O de argan veio pra ficar, mas gosto também do de uva, de camélia...
E tem vários jeitos de usar esse hit: como pré-xampu (no cabelo seco, você passa uma quantidade generosa, deixa por uma hora e depois lava), aquecendo 2 ou 3 gotinhas e colocando na sua máscara preferida, como reparador de pontas ou até misturando ao leave-in, se tem o cabelo crespo.
As mechas ficam uma seda, acredite!

Beleza pra exportação

A argila do Rio Amazonas tem deixado muitas americanas com o look mais sexy e saudável. Isso porque ela é a matéria-prima usada pela marca Tarte, especializada em cosméticos naturais, para fazer blush!
Naturalmente assado pelo sol, o ingrediente minimiza a oleosidade, fazendo o make durar mais tempo, e também hidrata as peles mais secas.