quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Vinho que acaba com a acne

O resveratrol, um potente antioxidante encontrado no vinho tinto, pode ser a nova arma contra os pontinhos vermelhos que insistem em aparecer no seu rosto durante a TPM ou antes daquele encontro especial. Quem garante é um recente estudo italiano, feito na Universidade de Nápoles Federico II. Um gel coma substância foi aplicado em voluntárias, que viram suas lesões diminuírem sensivelmente. O resveratrol combate a inflamação, mata a bactéria que causa a acne e ainda previne a obstrução dos poros. Que maravilha! Em tempo: a substância também protege a pele dos maléficios causados pelo sol.

A medida do filtro solar

O FDA proibiu que marcas de protetores solares usem a expressão "bloqueador", pois consideram que nenhum produto do mercado americano seja capaz de proteger 100% dos efeitos nocivos dos raivos UVA e UVB. Tem mais: só encara como protetores os que apresentam FPS15, no mínino. "Eles só são capazes de ajudar quando usados corretamente". diz Renata Domingues, dermatologista carioca. A reaplicação deve ser feita entre 40 e 80 minutos, depois de cada mergulho e durante a pratica de esportes. A quantidade? Uma colher de chá para o rosto, uma moeda de um real para o colo e para cada braço e uma de cinquenta centavos para cada ombro.
Constumamos usar metade disso! "Passando menos, garantimos apensa um terço da proteção informada na embalagem". afirma Renata.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dez filmes que inspiram viagens

De Paris ao Japão, selecionei longa-metragens que nos fazem sonhar com o próximo destino de férias
Pode ser drama ou comédia, romance ou aventura, independente do gênero, filmes nos fazem desejar intensamente lugares em que nunca estivemos. Não todos os longas, claro. Mas aqueles que trazem luz a lugares únicos no mundo e nos inspiram a pegar a estrada. Enfim, aqueles que mexem com a gente. E se você está precisando de inspiração para ir viajar, confira 10 filmes para sonhar com a próxima viagem antes mesmo dos créditos aparecerem.

1- MEIA-NOITE EM PARIS (2011)
Cenário: Paris, França

Da mesma forma apaixonada com que mostra Nova York em seus filmes, o diretor Woody Allen faz uma entusiasmada declaração de amor à Cidade Luz em “Meia-noite em Paris”. Logo na abertura do longa é mostrada uma sequência de imagens dos cartões-postais de Paris capaz de arrancar suspiros nos espectadores.
A vontade de comprar uma passagem aérea vai crescendo conforme acompanhamos a viagem de Gil (interpretado por Owen Wilson), na companhia da noiva e dos sogros, pela capital francesa. O protagonista, um roteirista de sucesso em Hollywood, mas frustrado com seu emprego, vive em duas realidades. De dia, passeia por belas locações de Paris, como os jardins de Monet e o Museu Rodin. Depois da meia-noite, consegue voltar no tempo e transporta os espectadores da capital francesa dos anos 20, onde convive com alguns dos maiores artistas da história, como Ernest Hemingway, Salvador Dalí e Pablo Picasso.

2- A PRAIA (2000)
Cenário: Maya Bay, Ilhas Phi Phi, Tailândia
Lançado em 2000, o longa-metragem de Danny Boy colocou no mapa dos viajantes as praias paradisíacas da Tailândia. No filme, o jovem mochileiro Richard (Leonardo DiCaprio), em companhia do casal de franceses Françoise (Virginie Ledoyen) e Étienne (Guillaume Canet), descobre um mapa para uma ilha secreta, um paraíso na Terra, com uma praia belíssima. Ao chegarem ao local, encontram uma restrita comunidade de viajantes de todas as partes. As ilhas Phi Phi, arquipélago onde foi gravado o filme, recebe hoje mochileiros do mundo todo. Quem quiser pode até acampar uma noite em Maya Bay, a praia que dá nome ao filme.

3-NA NATUREZA SELVAGEM (2007)
Cenário: Alasca, Estados Unidos

 Baseado em uma história real, o longa-metragem “Na Natureza Selvagem” segue os passos de Christopher McCandless (Emile Hirsch). Após concluir seus estudos na Emory University – e encerrar suas obrigações perante a sociedade –, o jovem doa todas as suas economias e cruza os Estados Unidos rumo ao Alasca. O final trágico do filme não impede os viajantes de se encantarem com a crueza e a natureza intocada do menos povoado Estado norte-americano. São apresentados ainda outros belos destinos do país, como o rio Colorado e o Grand Canyon. O filme emociona especialmente aqueles viajantes que já desejaram deixar tudo para trás, em busca do sonho de conhecer o mundo.

4- ALBERGUE ESPANHOL (2002)
Cenário: Barcelona, Espanha
O despretensioso filme francês “Albergue Espanhol”, do diretor e roteirista Cédric Klapisch, irá agradar em particular quem pretende fazer ou já fez intercâmbio. O filme trata da história do jovem estudante universitário Romain Duris, que ganha uma bolsa de estudo de um ano em Barcelona. Na charmosa cidade, ele vai morar com outras seis pessoas de vinte e poucos anos vindas de diferentes partes da Europa. O filme mostra a faceta mais vibrante da cidade espanhola, com suas praias, vida noturna agitada, arquitetura arrebatadora e obras de Salvador Dalí, como o Parque Güell.

5- UP – ALTAS AVENTURAS (2009)
Cenário: Monte Roraima – Brasil, Venezuela e Guiana
O filme conta a história de Carl Fredricksen, um rabugento vendedor de balões aposentados que parte em busca do sonho de infância de se mudar para o Paraíso das Cachoeiras, na América do Sul. O local de impressionantes cânions e cachoeiras é inspirado no Monte Roraima, na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. A paisagem é tão linda, que é fácil entender porque o velhinho amarrou balões em sua casa para partir para esta aventura.

6- ENCONTROS E DESENCONTROS (2003)
Cenário: Tóquio, Japão
Em “Encontros e Desencontros”, a diretora Sofia Coppola mostra com delicadeza a capital japonesa, com sua arrebatadora mistura de tradição e modernidade, que impacta de imediato os turistas ocidentais que chegam a Tóquio. Difícil não se identificar com as dificuldades enfrentadas por Charlotte (Scarlett Johansson), jovem casada com um fotógrafo em viagem de trabalho a Tóquio, e Bob Harris (Bill Murray), ator americano que está na cidade para gravar um comercial de uísque. Perdidos em uma cidade em que suas referências não fazem sentido, os dois estranhos se aproximam e juntos descobrem a capital japonesa e driblam as noites de insônia por conta do fuso horário com longas conversas no bar do hotel Park Hyatt.
7- MAMMA MIA! (2008)
Cenário: Skopelos, Grécia
Aqueles que não são muito fã de musicais passam longe de “Mamma Mia!”, a versão para o cinema da peça com canções da banda sueca ABBA. Independente de gostar ou não do gênero ou do grupo, o filme apresenta ao público a linda ilha de Skopelos, no arquipélago de Esporádes. Enquanto a jovem Sophie (Amanda Seyfried) tenta descobrir qual dos três antigos amantes da sua mãe, Donna, (Meryl Streep) é o seu pai biológico, são mostradas cenas da pacata ilha, cercada pelo azul-turquesa do Mar Mediterrâneo. Após o sucesso do filme, milhares de turistas já foram ver de perto a igrejinha do casamento de Sophie, localizada no topo do rochedo.

8- SIDEWAYS – ENTRE UMAS E OUTRAS (2004)
Cenário: Vale de Santa Ynez, Califórnia , Estados Unidos

Ao ser lançado, o filme “Sideways – Entre Umas e Outras”, ganhador do Oscar de melhor roteiro adaptado de 2005, pôs em evidência um tipo particular de viagem, o enoturismo. O filme conta a história dos amigos Miles (Paul Giamatti) e Jack (Thomas Haden Church) que passam uma semana no Vale de Santa Ynez, no sul da Califórnia, para comemorar a despedida de solteiro de um dele. Eles envolvem-se emocionalmente com duas garotas e juntos percorrem estradinhas de terra de vinícola em vinícola, bebericaram diferentes tipos de vinho e fazem piquenique entre videiras. O longa chamou a atenção para esta região próxima a Santa Barbara, que ficava antes à sombra de Napa Valley.

9- COMER, REZAR, AMAR (2010)
Cenário: Itália, Índia e Bali

O filme estrelado por Julia Roberts, baseado no best-seller autobiográfico da escritora Elizabeth Gilbert, impulsionou pessoas do mundo inteiro a tirar um ano sabático ou, pelo menos, uma férias de autodescoberta. Após um divórcio traumático e um relacionamento amoroso turbulento com um ator mais novo, a escritora nos leva a uma jornada a três países. Em Roma, Liz Gilbert aprende italiano enquanto se dedica aos prazeres da boa comida. Na Índia, faz um retiro espiritual doloroso. Em Bali, conhece personagens fascinantes, incluindo o brasileiro Felipe (Javier Bardem), com quem terá um relacionamento. Dá para viajar com as imagens do filme, que nos transporta para as fontes de Roma, o ashram indiano e os campos de arroz da ilha da Indonésia.

10- SOB O SOL DA TOSCANA (2003)
Cenário: Toscana, Itália
Dos enormes campos floridos às casinhas medievais, passando pelos sabores da comida local e o colorido das festas tradicionais, tudo aquilo que nos leva a amar a Itália é mostrado em “Sob o Sol da Toscana”. É a região que dá nome ao filme o lugar escolhido pela recém-separada Frances Mayers (Diane Lane) para comprar impulsivamente uma casa. Ela vive paixões e desilusões, aprende a viver sozinha, a conviver com novos costumes e, aos poucos, vai se apaixonando pelas tradições, paisagens e prazeres do local. Além da Toscana, o filme mostra belas imagens de Positano.


Alugue uma ilha

Garantir a areia vazia em destinos paradisíacos é possível, mas exige planejamento. Afinal, a disputa é grande
Que tal passar alguns dias numa ilha (quase) deserta? Tendência crescente pelo mundo, o aluguel de espaços inteiros só para seu prazer (e de seus amigos e familiares), garante privacidade, sombra, água fresca e alguns mimos especiais aos viajantes, em propriedades paradisíacas ao redor do mundo. Confira algumas das ilhas mais exclusivas:

Song Saa, um lugar só seu no Camboja
O Camboja ainda não entrou para o mapa do turismo como a vizinha Tailândia. Mas as coisas começam a mudar, como prova a abertura do Song Saa, idealizado pelo casal australiano Rory e Melita Hunter, em fevereiro de 2012.
Duas pequeninas ilhas, conectadas por uma ponte, com floresta virgem, praias de areias brancas e recifes tropicais, são sede para 27 vilas sobre a água, na praia ou na mata, todas com piscinas e varandas privativas.
Há um restaurante e lounge que serve pratos inspirados na cozinha khmer, com toques modernos, criados pelo chef Neil Wager. Os hóspedes também podem comer em sua vila ou nas praias privativas. Para relaxar, um spa holístico e um centro de ioga e meditação. Entre as atividades estão caiaque, snorkel, aulas de culinária e visita a vilas de pescadores.
O preço é US$ 668 por pessoa por noite, com (quase) tudo incluído: refeições, drinques, lavanderia, minibar, transfer e a maior parte das atividades.
Para chegar, há voos em avião particular de Phnom Penh (duração de 1 hora, US$ 440) ou de Siem Reap (1h15, US$ 660) com transfer de barco de cinco minutos, ou um voo até Phnom Penh, com três horas em carro até Sihahoukville (US$ 150) mais transfer de barco de meia hora (US$ 90).



No Caribe, uma rara praia deserta
A pequena ilha caribenha de Petit St. Vincent, nas Ilhas Granadinas, tem 500 mil metros quadrados e conta com 22 chalés de um ou dois quartos, sala de estar e terraço com vista.
Aqui, a finalidade é descansar mesmo: nada de televisão, internet ou telefone nas casas. Para pedir room service ou qualquer outra coisa, é só hastear uma bandeira amarela do lado de fora. Se não quiser ser incomodado, use a bandeira vermelha.
Check in e chaves também não existem. Para compensar, um novo bar e restaurante na areia e um spa com vista para o mar, além de atividades marítimas como caiaque, windsurfe e mergulho. Uma tela de cinema inflável passa filmes antigos, enquanto os hóspedes fazem piquenique na areia.
Para chegar, é preciso voar até Barbados, onde uma equipe da Petit St.Vincent espera o visitante e ajuda nos trâmites até o voo para Union Island. De lá, um barco leva a Petit St. Vincent. As diárias custam a partir de US$ 1.050, com refeições incluídas.
Uma ilha para apenas oito pessoas em Fiji
Perto de uma das pontas da ilha Viti Levu, em Fiji, a Dolphin Island tem apenas 60 mil metros quadrados e quatro suítes com design de Virginia Fisher, dispostas duas a duas, para um máximo de oito hóspedes.
Uma suíte mais privativa, do outro lado da propriedade aberta por Alex Van Heeren em junho de 2011, permite experimentar a natureza de perto, por ser aberta e iluminada por lampiões e velas.
Todas as refeições podem ser servidas onde os hóspedes desejarem: à beira da piscina, na praia ou nas suítes. Há caiaques, catamarã, mergulho, pesca, tratamentos faciais e massagem.
Do aeroporto Nadi, é preciso viajar em carro privativo por duas horas e meia e depois pegar um barco, 20 minutos. Também dá para chegar de helicóptero, com valor pago à parte. O preço de cada suíte é US$ 1.005, sem taxas, mas com refeições, bebidas e transfers.

Privacidade garantida na Indonésia
A pequena ilha de Pulau Joyo, perto de Singapura, tem seis vilas de frente para o mar, em meio à vegetação tropical, com privacidade garantida.
Quatro são chamadas de Driftwood Palaces, erguidas sobre palafitas na areia a partir de peças de madeira trazidas pelo oceano. O estilo é rústico e arejado, com terraços, vista para o mar e espaço para abrigar crianças.
Já as duas Java Javana Villas têm praias privativas, além de bar. Os hóspedes podem fazer suas refeições onde preferirem e dá para pedir coisas especiais, seja um café da manhã com champanhe ou um churrasco gourmet à frente de seu palácio.
Há piscina e spa, e um iate fica à disposição para explorar os arredores. Chega-se, a partir do aeroporto de Singapura, depois de uma jornada de 50 minutos de carro para o Bintan Resorts Ferry Terminal e de lá com o Pattimura até a ilha. Custa US$ 270 por adulto por vila, com refeições, bebidas não alcoólicas, transfers, snorkel e caiaque inclusos.



As posturas de Buda

Criar um clima zen? Fazer um espaço de paz e meditação?
Um cantinho com um buda é uma ótima solução!
Buddha significa Desperto, Iluminado.
Siddharta Gautama, o Buda, atingiu um superior nível de entendimento e plenitude da condição humana. Ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres. Para o Buda, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão correta.
As representações do Buda contém certas marcas que simbolizam sua Iluminação.
• Face serena (simbolisando o alcance da plenitude)
• Uma protuberância no topo da cabeça simbolizam uma grande acuidade mental
• Longos lóbulos auriculares simbolizam uma grande percepção
• Pode ser representado em pé, caminhando, em posição de lótus ou reclinado.


Os Sete Deuses da Felicidade (SHICHI FUKU JIN)

O ano novo começa, para os japoneses, com a primeira visita a um templo mais próximo, xintoísta ou budista. Ocasião esta em que se ora para afastar os sete males, atrair as sete felicidades e orar pela família e pelo mundo.
Antigamente, o único feriado prolongado no Japão era o do ano novo. Por isso, haviam os que aproveitavam esse período para visitar sete templos, começando no dia primeiro e terminando no dia sete. Assim, começou a tradição de SHICHI FUKU JIN MEGURI ou visita a sete Deuses da Felicidade, que mesmo hoje em dia ainda é praticada em várias regiões.
Existem registros históricos de que eram realizados em Kioto, na primeira metade do século 15, desfile alegóricos tendo como tema os sete Deuses da Felicidade. Consta também que, ainda em Kioto, os ladrões que roubassem um estabelecimento comercial disfarçados de sete Deuses da Felicidade recebiam prêmio do seu proprietário por trazerem boa sorte. Em Edo, os sete Deuses foram desenhados em século 16. Dizem que dá sorte dormir colocando sob o travesseiro o desenho dos sete Deuses no barco do tesouro.

Os sete Deuses da Felicidade são os seguintes: 

DAIKOKUTEN (Deus do paraíso)
Daikokuten


Tem um rosto cheio, faz imaginar um ancião de estatura alta, traz um martelo eu realiza todos os desejos e carrega nas costas um grande saco. Surpreendentemente, a origem deste Deus está na religião Hindu, da Índia. Ao ser introduzido ao Budismo, tornou-se o protetor de Buda. No Japão, juntou-se ao OOKUNI NUSHINO MIKOTO, conhecido como Deus da fartura na colheita, Deus do lar e Deus da cozinha.
EBISU (Deus da prosperidade nos negócios)
Ebisu

Usa um chapéu de pano preto, traz no braço um pargo e segura uma vara de pesca. É o único Deus japonês dentre os sete. Por ser proveniente do além-mar, significa também Deus da fartura na pesca e, pelo fato de poder trocar os pescados por mercadorias, passa a ser também Deus da prosperidade nos negócios.

BENZAITEN (A Deusa da arte e da música)
Benzaiten

Única Deusa entre os sete. Era, anteriormente, Deusa da religião Hindu. É deusa da água e dos rios. Pela sensação agradável do som da corredeira do rio, passa a ser também considerada Deusa da música. Traz um instrumento musical semelhante ao biwa, instrumento de cordas japonês. Era Deusa da eloquência e da arte, porém, com o tempo passou a ser dos bens (riqueza material). Para os japoneses, água é um purificador de todas as máculas e também elemento que proporciona a umidade necessária. Conforme o templo, sua imagem é retratada de forma diferente, desde uma linda menina até uma Deusa com uma beleza sensual.

BISHAMONTEN (Deus da guerra)
Bishamonten

Da religião Hindu, é deus da guerra. Traz na mão esquerda um pagode e na mão direita uma lança e um bastão que é tesouro. Na China, ele é Deus protetor da Nação. No Japão,era Tamonten, um dos Deuses shitennoo: Deuses que protegem as quatro direções - Leste, Oeste, Norte e Sul, que protege a direção Norte.
Imagina-se que passou a ser um dos sete Deuses por realizar desejos.

JUROOJIN (Deus da longevidade)
Juroojin

Possui uma longa cabeça e cabelos brancos. Possui uma bengala e traz consigo um cervo. É Deus da longevidade e juventude. É muito parecido com Fukurokuju.

HOTEI OSHOO (Deus da previsão)
Oshoo-Hotei

É um monge que, segundo contam, viveu na China no século 10.
Possui um rosto muito sorridente, te orelhas grandes (os japoneses as chamam de fukumimi, ou seja, orelhas da felicidade) e uma grande barriga. Hotei é o nome popular, sendo Kaishi o seu verdadeiro nome. Carrega sempre um grande saco, recebia sem problemas mesmo as oferendas de peixes, proibidas pelos mandamentos, sendo muito amado pelo povo. Mesmo deitando sobre neve, seu corpo não se molha, acerta todas as previsões de tempo, e, segundo contam, nunca errou ao adivinhar sobre a sorte das pessoas. Dizem que é uma das formas de aparição de Miroku Bosatsu, Bodhisattva que se segue ao Buda, para vir a este mundo proporcionar salvação às pessoas.

FUKUROKUJI (Deus da sorte)
Fukurokuji
Parece-se com Juroojin, porém tem uma estatura mais baixa e cabelos brancos. Traz consigo um grou branco ou uma tartaruga, símbolos de longevidade e tem em mãos uma bengala com um pergaminho que contém a transcrição de uma sutra. Também é Deus do ideal do Taoísmo.

Esses sete Deuses ficaram dessa forma definidos na segunda metade da Era Muromachi. Dizem que até então os seus membros já tinham sido substituídos; porém, o número sagrado que é SETE sempre se manteve constante.
O número SETE é realmente para os chineses e japoneses o número da sorte.