quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Não esqueça das seguintes verdades:

 Não esqueça das seguintes verdades:



Não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma;



Cuidado com o que anda desabafando;



Conte até três (tá certo, se precisar, conte mais);



Antes só do que muito acompanhado;



Esperar não significa inércia, muito menos desinteresse;



Renunciar não quer dizer que não ame;



Abrir mão não quer dizer que não queira;


O tempo ensina, mas não cura."






terça-feira, 6 de setembro de 2011





Vivendo nesta "Era" da superficialidade, você


 sabe realmente quem é "de verdade''?


Vivemos numa era onde peitos e bundas são mais


 importantes do que cultura e cérebro... Quem não


 se encaixa no perfil, vira um ET...


Fazer o q né?




Nunca Tenha...


Nunca tenha medo de tentar algo novo, lembre-se,

 os Amadores construíram a arca de 

Profissionais construíram o Titanic.

Lixo

  


Você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os título, e eu continuo escrevendo seu nome com letras cheias, para tentar preencher você de alguma maneira... pra tentar deixar tangível a sua existência. e principalmente pra poder amassar o papel e jogar no lixo.


 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

não sei!



Você tem vergonha de dizer "eu não sei"? Eu já tive um dia!
Na verdade, eu não vi todos os filmes de diretores consagrados, eu não li todos os clássicos de literatura, eu não comi todas as comidas... Se eu te contar a lista, tem tanta coisa que eu não sei!
O que eu sei é que aprendi a ter coragem de dizer "eu não sei", "eu não fui", "eu não li", porque há sempre alguém que pode me explicar para que eu aprenda. A gente tem sempre algo pra passar adiante. O que eu tenho pra passar adiante é a minha experiência de vida, que é resultado das perguntas que eu fiz. Então eu não tenho vergonha de dizer que eu não sei! Aliás, essa resposta abre portas, traz novos amigos, e faz aprender ainda mais.
Quer saber? Eu não sei!

O charme dos trilhos europeus


É uma delícia viajar de trem pela Europa. Agora, na França, tem até concierge que fala português


Desde que a primeira locomotiva a vapor resfolegou a 8 km por hora na Inglaterra, em 1804, um imenso salto de qualidade ocorreu nos caminhos de ferro. Do barulho da maria-fumaça ao silêncio do trem-bala, a Europa sempre viveu uma fascinante história com esse meio de transporte essencialmente simpático.
A era moderna dos trens com algo a mais foi inaugurada em 1883, ano em que o Orient-Express tornou-se o marco divisor entre os vagões mal-ajambrados da época e as instalações de luxo, com serviço de primeira, para satisfazer os passageiros mais exigentes. Destinado a ligar Paris à ainda misteriosa Istambul, passando por Munique, Viena e Belgrado, o Orient-Express estava equipado com "wagons-lits", salões para jogos ou drinques e um restaurante de alta gastronomia. Eram necessários três dias para percorrer os 3.186 quilômetros da viagem, tempo de ócio e tramas que inspiraram escritores como Agatha Christie, Paul Morand e Paul Valéry.
O glamour daquela época foi substituído pela rapidez e praticidade nos dias de hoje. Imagine, por exemplo, viajar de trem pela França com direito a todas aquelas paisagens oníricas e ainda saber que um concierge estará cuidando de reservas em hotéis e restaurantes, agendando passeios, providenciando uma babá para os filhos, alugando uma limusine ou, se for só um casal, um evento particular e romântico. É o novo serviço da Rail Europe para os brasileiros, com um detalhe: o concierge fala português.
Esse profissional pode ser acionado por telefone, e.mail ou fax todos os dias da semana, das 9h às 20h. O serviço é adquirido no Brasil e válido durante a vigência do passe de trem para aqueles que adquirirem o France Rail Pass Premium. Não deixa de ser um luxo digno dos mordomos de casaca que serviam nobres e milionários em busca de aventura, sem abrir mão do conforto.
As viagens são ilimitadas na rede de trens nacionais da França, com passes que valem entre 3 a 9 dias e um mês, apenas em primeira classe e obrigatórios nos trens de alta velocidade e panorâmicos. Os passes são flexíveis, permitindo que os dias de viagem sejam utilizados de forma consecutiva ou não, o que é interessante para quem, por exemplo, quiser ficar em uma cidade conhecida por suas atrações turísticas ou por ter vinícolas e bons restaurantes. Além do concierge que fala português, há o serviço de assessoria gratuito em seis outros idiomas e descontos para amigos e família que viajam juntos.

domingo, 4 de setembro de 2011

Enquanto não acha seu par ideal... Viva a liberdade!


Quando queremos muito alguma coisa em nossas vidas, é natural que tentemos conseguir esta coisa de todas as maneiras possíveis. Se você quer muito comprar algo caro, por exemplo, você fará tudo para consegui-lo: juntará dinheiro, economizará no que pode, se privará de outras coisas, até que, finalmente, consiga comprar o que deseja. Se quer muito ter um determinado emprego, você também se esforçará como puder: estudará, se qualificará, fará provas, entrevistas, e tudo o mais que for preciso. Nos relacionamentos, algo semelhante acontece. Quando uma pessoa quer muito namorar, geralmente faz de tudo para que isso aconteça: sai, vai a festas, faz programas de solteiros, se cadastra em site de relacionamentos... Tudo em busca do grande amor.

Mas o que acontece quando demoramos a conseguir o que tanto desejamos? Como nos sentimos quando, mesmo com tantos esforços, não temos o que buscamos com tanto empenho? Nestes casos, a frustração é um sentimento frequente e até mesmo compreensível.

Quando isso ocorre na busca por um relacionamento, as pessoas reagem de várias maneiras. Duas delas são muito comuns e, por isso, me chamam a atenção: ou a frustração leva a um grande desânimo, fazendo com que as buscas cessem ou pelo menos diminuam; ou a frustração se transforma em ansiedade extrema e faz com que as buscas continuem, porém de maneira tensa. Ambas as reações acabam sendo prejudiciais à própria pessoa que deseja ter um relacionamento, que fica desanimada ou ansiosa demais para encontrar um par. Dessa forma, elas sequer conseguem ver que a solteirice tem vários aspectos positivos, aspectos estes que se perdem depois que uma relação tem início.

Converse com que está casado ou namorando há muito tempo, e você perceberá: eles sentem falta de muitas coisas das quais você se queixa. Isso porque toda e qualquer situação tem seu lado positivo e outro negativo. Assim sendo, tanto a solteirice quanto os relacionamentos têm coisas boas e coisas ruins. O ideal é poder aproveitar o que há de bom em qualquer que seja a situação na qual você se encontre. Se está solteiro(a), por que se apegar apenas ao que você não gosta em estar solteiro(a)? Por que não aproveitar o que há de bom nisso? Como quem está na situação geralmente acaba perdendo de vista seus aspectos positivos, vou ajudá-los a lembrar de algumas destas coisas!

Liberdade

Liberdade talvez seja o principal elemento positivo de estar solteiro(a). Não considero que relacionamentos são prisões, de maneira alguma. Mas é claro que, se relacionando, acabamos tendo certas restrições, que não temos na solteirice. Solteiro(a), você pode, por exemplo, sair para o lugar que bem entender. Não é preciso negociar e ter que sair depois do jogo de futebol, por exemplo, ou ir a um bar que você não considera tão interessante assim. Você pode sair pra dançar a música que gosta, no ambiente que gosta, com as pessoas de quem gosta. Não é preciso conversar, convencer, entrar em acordos... É você quem escolhe o que fará.

Conhecer pessoas

Conhecer pessoas é algo interessante, independentemente de se estar comprometido(a) ou não. Novas pessoas trazem novos assuntos e novos conhecimentos, o que quase sempre é positivo. Quando estamos com alguém, frequentemente saímos somente a dois, o que impede que conheçamos novas pessoas. Solteiros(as), pelo contrário, acabamos tendo mais oportunidades para fazer novas amizades. Algumas destas novas amizades ocasionalmente acabam se transformando e dando origem a uma relação amorosa. Por esta razão, a possibilidade de conhecer pessoas pode ser bastante valiosa.

Simplicidade

Se você estiver sozinho(a) há muito tempo, talvez não perceba mais a simplicidade que há na vida do(a) solteiro(a). Você só precisa pensar em si mesmo, se preocupar consigo próprio, pagar suas próprias contas, cozinhar para si. Não há jogos, desentendimentos, não é preciso pensar o que o outro vai achar do que você fez ou fará. Não há olhares de condenação para o que você vai vestir ou assistir na televisão. Você é quem determina o que bem entender, simples assim.

Estas são apenas alguns dos pontos positivos da solteirice. É evidente que existem também pontos negativos, mas por que se apegar a eles? Aproveite a liberdade que tem enquanto seu grande amor não vem!